Informações
Sinopse:
Duração: 00h45m
Data de lançamento: 16 de janeiro de 2024
Genêros: Documentário, História, Cinema TV.
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Sinopse:
Duração: 00h45m
Data de lançamento: 16 de janeiro de 2024
Genêros: Documentário, História, Cinema TV.
Leni Riefenstahl faz do seu documentário sobre os Jogos de Berlim uma celebração ao corpo humano, combinando a poesia de corpos em movimento com close-up de atletas no calor de competição. No volume 1, destaque para a maratona e Jesse Owens, primeiro atleta a conquistar 4 medalhas de ouro em uma única olimpíada.
Leni Riefenstahl faz do seu documentário sobre os Jogos de Berlim uma celebração ao corpo humano, combinando a poesia de corpos em movimento com close-up de atletas no calor de competição. No volume 2, os destaques são Glen Morris, vecedor do Pentatlo e do Decatlo e o triunfal encerramento dos jogos.
Após a 2ª Guerra Mundial, um juiz americano é convocado para chefiar o julgamento de quatro juristas alemães responsáveis pela legalização dos crimes cometidos pelos nazistas durante a guerra. À medida que surgem provas de esterilização e assassinatos de judeus, a pressão política vai-se tornando cada vez maior, pois a Guerra Fria está chegando e ninguém quer mais julgamentos como os da Alemanha. Além disso, os governos aliados querem fortemente esquecer o passado, mas a coisa certa a ser feita é a questão que esse tribunal tentará responder. Baseado em fatos reais, principalmente no caso Katzenberger, o último julgamento dos Processos de Guerra de Nuremberg, que ocorreram depois da Segunda Guerra Mundial para julgar os criminosos nazistas.
Em 1942, o jovem Traudl Junge tem o que parece ser a melhor profissão do mundo: ele é secretário de Hitler. Três anos depois, o império se resume a um abrigo subterrâneo e, de lá, Traudl narra os últimos dias da vida de do ditador.
Jakob Fabian, um jovem publicitário, passa seus dias em uma empresa de cigarros e suas noites vagando pelas ruas de Berlim, quando se apaixona por Cornelia, uma bela atriz. Quando a carreira dela floresce, as perspectivas de futuro diminuem em meio ao hedonismo crepuscular da Alemanha pré-nazista.
Esta é uma produção que se diferencia ao tratar o tema sob um ponto de vista ficcional, avaliando como seria a continuidade da história se Adolf Hitler (Udo Schenk) tivesse sido assassinado na manhã de 20 de julho de 1945, durante uma conferência. A partir daí, um dos caminhos possíveis é mostrado no filme e prova que até mesmo um plano que parecia perfeito tem seus reveses. O tema da conspiração para assassinar o ditador já foi explorado pelo diretor Fritz Lang em 1941, com O Homem que Quis Matar Hitler, e, mais recentemente, em 1990, em O Plano para Matar Hitler. Todos se baseiam num esquema real que não deu certo, quando o coronel Von Stauffenberg (Sebastian Koch) liderou um plano para executar o chefe e assim poder negociar com os inimigos a rendição da Alemanha e o final da Segunda Guerra.